1. 2. 3. 4. = Icc S c t • 79 • CORRENTE DE CURTO-CIRCUITO NO CONDUTOR Nos gráficos 2 e 3 expressam-se as intensidades de curto-circuito admissíveis para cabos isolados a EPR ou PEX, com condutores de Cobre ou Alumínio, em função da duração do curto-circuito, em segundos, e da secção nominal do condutor. Estas intensidades foram calculadas supondo: Fenómeno de duração limitada A temperatura antes do curto-circuito é a máxima admissível em regime permanente para este tipo de isolamentos A temperatura final do curto-circuito é a máxima admissível para estes materiais nesse regime Todo o calor libertado acumula-se na massa do condutor aumentando a sua temperatura e por conseguinte o que se liberta para o exterior é nulo (processo adiabático). Nestas condições pode aplicar-se a fórmula: CONDUTOR ISOLAMENTO VALORES DE C PEX OU EPR Cu Al 141,8 92,8 Icc = S = t = C = Corrente de curto-circuito admissível (A) Secção do condutor (mm2) Tempo de duração do curto-circuito (s) Coeficiente que depende da natureza do condutor e das temperaturas inicial e final do curto-circuito:
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